Voltar aos resultados

Automação

Automation

Capacidade
Básico
Categoria: Fundamentos e paradigmasSubcategoria: Conceitos centrais

O que significa

É a execução automática de tarefas ou sequências de passos previamente definidos, com pouca ou nenhuma intervenção humana durante o processo. Uma automação normalmente funciona a partir de gatilhos, regras e ações, como abrir um chamado, alterar um status, disparar uma comunicação ou copiar dados entre sistemas. Automações tradicionais são determinísticas e baseadas em regras: quando determinada condição acontece, uma ação previamente configurada é executada. Elas não precisam de Inteligência Artificial e, sozinhas, não interpretam bem situações ambíguas nem decidem livremente o que fazer. A integração pode acontecer diretamente entre sistemas, por meio de APIs e ferramentas de automação, ou pela própria interface. RPA (Robotic Process Automation) é uma abordagem de automação que simula ações humanas na interface, como clicar, preencher campos e copiar informações, sendo especialmente útil em sistemas legados ou quando não existe uma integração via API.

Como usar na prática de produto

Em Produto, automação pode ser usada para eliminar tarefas repetitivas, conectar etapas da jornada e reduzir trabalho operacional. O time pode automatizar processos internos, como atualização de informações e geração de alertas, ou criar automações que façam parte da própria experiência do usuário. Antes de automatizar, é importante entender qual é o gatilho, quais regras precisam ser respeitadas, quais ações serão executadas e o que acontece quando o fluxo encontra uma exceção. Processos muito ambíguos ou que exigem interpretação podem precisar combinar automação com IA.

Quando usar este termo ou outro

Use automação quando o sistema executa um fluxo ou conjunto de ações previamente definido. Use automação com IA quando uma das etapas precisa interpretar, classificar, extrair ou gerar informações antes de continuar o fluxo. Use RPA quando a automação opera diretamente sobre a interface de outro sistema, simulando ações humanas. Já agentes de IA são mais adequados quando o sistema precisa avaliar o contexto, decidir quais ações executar e adaptar o caminho para alcançar um objetivo.

Exemplos de aplicação

  • Abrir automaticamente um chamado quando determinado evento acontece.
  • Atualizar o status de uma oportunidade no CRM.
  • Copiar dados de um sistema para outro.
  • Disparar uma comunicação após uma ação do usuário.
  • Criar tarefas automaticamente a partir de um formulário.
  • Sincronizar informações entre diferentes ferramentas.
  • Usar RPA para preencher dados em um sistema legado.
  • Usar IA para classificar uma solicitação e, depois, uma automação para encaminhá-la ao fluxo correto.

Origem do termo

Termo industrial (Ford, anos 1940); em software, cobre desde scripts até RPA e, hoje, agentes.

Fonte técnica

AWS Well-Architected Framework, Generative AI Lens; Anthropic, Building Effective Agents

Termos relacionados